PALAVRAS QUE CURAM

"ENVIOU A SUA PALAVRA E O CUROU"

A MENTE DE CRISTO


O que é a mente de Cristo? Se o Filho quisesse manter os seus próprios direitos, sentar no trono com Seu Pai, de ser adorado pelos anjos, de governar e reger o universo, de viver em glória e honra. Esse era o Seu direito. Mas, essa não era a mente de Cristo. A mente de Cristo era se despojar dos Seus direitos, de Sua glória, de Sua honra até mesmo de Sua onipotência. Ele estava desejoso de se despojar de tudo como Deus e Se humilhar para ser um servo, para ser um Homem. Que humilhação foi essa! Sem essa mente, a encarnação é impossível.

Paulo disse: “Tende em vós o mesmo sentimento (mente – na versão em inglês) que houve também em Cristo Jesus”. A encarnação nos lembra da humildade do nosso Senhor Jesus porque Ele se humilhou. Por esse motivo, deveríamos permitir que Sua mente estivesse em nós, a mesma mente que estava em Cristo Jesus. Naturalmente, somos orgulhosos. Não somos nada, mas achamos que somos alguma coisa. Ele é tudo e, ainda assim, considerou a Si mesmo como nada. Como precisamos aprender a lição da humildade! Como é dito na Sua Palavra: Deus dá graça ao humilde, mas resiste ao soberbo. Humildade é a mente de Cristo.

Humildade e humilhação são duas coisas distintas. Humildade é uma atitude interior; humilhação é um ato exterior. Humildade é algo que vem de dentro, voluntariamente. Humilhação é algo imposto externamente. Pelo fato de não sermos humildes, somos humilhados freqüentemente. Mas, se somos humildes, estamos além da humilhação. Há um livro chamado Além da Humilhação (The Way of the Cross – Beyond Humiliation, J.Gregory Mantle, Kingsley Press, 2004), é um livro muito bom. Se somos humildes, estamos além da humilhação. A razão pela qual nos sentimos humilhados é porque não somos humildes. Não culpemos as pessoas que nos humilham. Precisamos disso para desenvolver aquele espírito de humildade. Sempre que pensarmos na encarnação, nos lembremos da mente de Cristo.

Stephen Kaung

A SOLITUDE E A FOME DA ALMA

Todos nós temos fome de alimento sólido todos os dias. Fome biológica. Nosso organismo carente, a seu modo fala, pede o socorro energético. A falência celular ou apenas o estômago vazio apela pelo suprimento que satisfaça a desnutrição momentânea
— o que nos mantém ativos em busca de mais alimento. A fome é este estado biológico que demanda nutrição adequada para que se mantenha vivo o organismo.
Todavia, o apetite emocional das pessoas não tem esta lógica. Quando constatamos uma fome de aceitação, que acaba traçando tudo o que parece apetecível ao ego faminto, para, de alguma maneira, tentar satisfazê-lo, nascem dinâmicas imponderáveis. O que vemos por aí são estados de uma raça insaciavelmente faminta, sempre gemendo por carência de amor e angustiada como indigente.

IDOLATRIA E ADORAÇÃO

Mas, vendo o povo que Moisés tardava em descer do monte, acercou-se de Arão e lhe disse: Levanta-te, faze-nos deuses que vão adiante de nós; pois, quanto a este Moisés, o homem que nos tirou do Egito, não sabemos o que lhe terá sucedido. Êxodo 32.1
"Como o Deus sanguinário e cheio de leis do Antigo Testamento pode ser o mesmo amoroso Deus encarnado do Novo Testamento? Deus não deveria ser gracioso no Antigo assim como se revela no Novo? Por que os Judeus, o povo eleito de Deus, são tão soberbos, eles não deveriam ser também amorosos como Deus é?" Estes são questionamentos que já me foram feito algumas vezes.
Um olhar superficial sobre as Escrituras Sagradas poderá nos levar a uma precipitada conclusão de que Deus não é tão amor, assim como Jesus diz ser. Porém ao olharmos para o texto Bíblico de forma mais acurada, poderemos concluir que o tempo todo, Deus estava e está em nossos dias, derramando a sua MISERICÓRDIA e GRAÇA sobre o mundo.

OLHARES INCANDESCENTES SOB ODORES INDULGENTES

Ao anjo da igreja em Tiatira escreve: Estas coisas diz o Filho de Deus, que tem os olhos como chama de fogo e os pés semelhantes ao bronze polido: Apocalipse 2:18.

Em todo o livro do Apocalipse esta é a única vez em que Jesus se identifica como o Filho de Deus. É significativo observar este detalhe, já que esta igreja, portadora de mui grandes qualidades, tem a agulha da sua bússola apontada para a flexibilidade de alguns princípios inegociáveis. O Senhor está dando o fundamento de sua autoridade aqui.
O Filho de Deus tem Pai, mas não tem mãe. Cristo é o filho eterno do Pai. Jesus é o filho do homem, encarnação do Verbo por meio de Maria, mas ela não é a mãe de Deus como foi proposto pela mentalidade jesabeliana desta igreja.

CULPA E PERDÃO

"Pois qualquer que guardar toda a lei, mas tropeçar em um só ponto, tem-se tornado culpado de todos." Tiago 2:10
A culpa relaciona-se com o pecado da mesma forma como as cinzas relacionam-se com o fogo. O pecado é uma atitude de rebeldia, e a culpa é sua lembrança permamente. Não há culpa sem pecado como não há mau cheiro sem causa. O fedor na mata sempre denuncia a existência de uma carniça. Não é possível se falar em culpa sem o relacionamento com um pecado atuante. O sentimento de culpa está sempre ligado à realidade do pecado.
Nunca pense que você encontrará mel no pote, se Deus escrever "veneno" no rótulo. A única coisa assustadora neste mundo é o pecado. Não é possível praticar o pecado e não sofrer as suas consequências. Não é possível tocar no pecado e não ficar contaminado com a culpa. No Velho Testamento há um quadro que explica este pensamento.